Com certeza não está melhor do que estava aqui, há pouco tempo atrás, quando defendia o Todo Poderoso Timão.
Carlitos “fugiu” do Corinthians sem dar satisfação alguma aos dirigentes alvinegros, e pior ainda, nem se despediu da torcida que tanto o idolatrava. Em jogos do timão o mais ovacionado era o argentino. Tevez era Rei na equipe de Parque São Jorge. Sua moral era tão grande que muitos chegaram até a torcer para a Argentina na Copa do Mundo – e eu era um desses.
Porém, Carlitos não soube dar a valor ao que tinha aqui. Em uma transferência muito conturbada acabou na Inglaterra. Antes fosse parar no Manchester, Arsenal ou Liverpool, mas não, Carlitos foi para o “CAMPEÃO” West Ham. E ainda levou Mascherano na bagagem.
Confesso que fiquei com muita raiva, assim como os outros milhões de torcedores também ficaram. Logo esquecemos desses traíras. Afinal o Corinthians é eterno e os jogadores só estão de passagem.
Ultimamente venho acompanhando noticiários da Europa. É Carlitos, a coisa não está muito boa pro seu lado. Não marcou nenhum gol pelo novo time e não venceu nenhuma partida pelo Campeonato Inglês.
Nesta quinta-feira estive no CCT do São Paulo e o assunto era um só: A notícia que tinha vazado sobre o goleiro Bruno, de que estaria tetraplégico. Não preciso citar o acidente, pois todos que acompanham o futebol já estão cansados de saber.
Pude falar com o superintendente Marco Aurélio Cunha, e fui informado de que o repórter do site “Globoesporte.com”, teve a irresponsabilidade de aumentar um pouquinho o que ouviu. Uma atitude de jornalista sem responsabilidade, pois ouviu uma notícia em off e, sem autorização, a divulgou e de forma distorcida.
Pasmem. Até a família do goleiro ligou para tomar satisfações com o superintendente. Esse Sr, de nome Luiz Ademar, deve ter cérebro de amendoim.
E o que piora ainda mais a sua atitude, se é que dá, é que o goleiro está 100% consciente e, ainda sem movimentos, só faz uma coisa durante o dia: Assiste tv em seu quarto na semi-intensiva.
Imagine você, nesta situação, há dois meses trancafiado num quarto, sabendo que seu melhor amigo e a respectiva namorada faleceram no acidente, ficar sabendo pela tv que está tetraplégico...
Curtas:
Edgol: No Morumbi, a opinião unânime de jornalistas e comissão técnica do São Paulo é que Edgar resolverá o problema no ataque, pois finaliza com eficiência e tem ótimo posicionamento na área, além de trabalhar como pivô.
Interegional: MAC ainda está furioso com o locutor da rádio Guaíba e afirmou que o Internacional nunca terá o nível que o nome lhe dá, pois tem pensamento de time regional. Segundo Cunha, eles mal conseguem se elevar ao nível nacional.
Quem também está bem servido de goleiro é o Corinthians.
Finalmente parece que tem um arqueiro de qualidade e, o mais importante, jovem. Certamente o Timão estará bem servido por muitos anos.
Depois de passagens fracassadas de Doni, Rubinho, Johny Herrera e Silvio Luiz, finalmente alguém que inspira confiança, apesar da falha na última partida do Brasileirão, coisa normal para quem está apenas no começo de carreira.
Nos últimos anos, só não dá pra criticar Dida e Fábio Costa, apesar das constantes falhas do agora santista, se trata de um bom goleiro.
Quando se machucou, há muito tempo atrás, disseram que ele voltaria em 30 dias e poderia disputar a Copa. Pois é, já se passaram mais de três meses que ele está de molho.
O fato é: quando ele voltar, será como titular?
O jovem Diego Cavalieri já colocou Sérgio no banco e tem tudo pra desbancar um São Marcos sem ritmo de jogo e que se lesiona a cada três partidas.
Será que está na hora de pegar o boné e sair do Palmeiras ou até mesmo do futebol?
É claro que os palmeirenses vão falar que não, afinal, ídolo é ídolo, assim como Raí foi no São Paulo, e, Marcelinho Carioca, o “pé-de-anjo”, foi no Corinthians.
Minha opinião é que não deve parar, claro, pois é um grande goleiro. Mas que a situação fica cada vez mais complicada, isso fica.
Ele voltou a treinar normalmente, mas vai ser difícil colocar Cavalieri na sela novamente, agora que ele se acostumou a ser o centro das atenções no hipódromo.
Esse é o adjetivo que melhor se encaixa com zagueiro corintiano. Tudo isso graças ao futebol que apresenta nos últimos jogos. Marinho chegou ao Parque São Jorge no começo da parceria entre Corinthians e MSI. Alternou altos e baixos, é verdade, mas terminou o ano como titular da zaga alvinegra, fazendo dupla com o jovem Betão, e ainda com o titulo de Campeão Brasileiro de 2005.
Neste ano, com as várias trocas de treinadores, o zagueiro não conseguiu permanecer como titular. Tivemos que agüentar Sebá, Marquinhos, André Leone e Marcus Vinicius, até que chegou o nosso salvador, Emerson Leão. Na primeira partida sob o comando do treinador, Marinho já retomou sua posição de titular.
Ainda me lembro, 2 a 1 no Fluminense e Marinho marcando gol. De lá para cá, a nova muralha corintiana não saiu do time, e vem enchendo de orgulho a Fiel torcida.
Ontem na partida entre Corinthians e Lanus-ARG, Marinho foi o destaque. Em um jogo fraco e sem gols, o zagueiro foi eleito o melhor em campo. Não marcamos gols, mas Marinho também não nos deixou tomar. A cada toque seu escutávamos o agito da torcida. Agora sim temos um zagueiro.
Não acredito muito em sorte ou azar no futebol, sempre o melhor time num campeonato de pontos corridos acaba vencendo, o que acontece é alguns terem mais competência que outros.
Mas tem um caso em especial desta vez, o nosso técnico não está sendo competente,longe disso, mas está com muita sorte, nas ultimas quatro rodadas alternou jogos bisonhos (Corinthians e Palmeiras) com jogos regulares (São Caetano e Inter) enquanto o Santos parecia ter quatro jogos mais fáceis (Ponte Preta, Fortaleza, Fluminense e Flamengo) e não é que após essas quatro rodadas a diferença que era de quatro pontos para o Santos subiu para seis?
Mas apareceu um Grêmio, no caminho, um time compacto, forte na marcação e muito bom no meio de campo, e não é que o Grêmio perdeu de 4 a 0 pro Goiás? Sorte de novo.
Então Muricy, até os Deuses do Futebol estão tentando te ajudar, mas você parece não querer essa ajuda, parece se contentar em fazer improvisações, péssimas escalações pra fazer a gente sofrer...
Abre o olho Muricy, uma hora a sorte acaba, e até os Deuses do Futebol vão cansar de te ajudar...
É como se encontra a equipe corintiana, em relação à zona de rebaixamento do Brasileirão.
Continuamos sem perder, mas também sem ganhar. Os empates insistem em atrapalhar o “Todo Poderoso Timão”. Desta vez tropeçamos no Sul, contra o Internacional – que já não é o mesmo – o atual Campeão da América.
O Corinthians começou muito bem na partida. Com uma forte marcação e rápidas saídas de jogo, o Timão dominou todo o primeiro tempo. Acredito que dava para sair uma goleada. Mas o jogo não saiu de um empate.
Carlos Alberto, que não marcava há muito tempo fez um golaço. Logo depois o talismã do Inter, Fernandão, empatou, após falha do bom goleiro Marcelo.
No segundo tempo as coisas mudaram. Aquele não era mesmo Corinthians que começou a partida. Não atacava. Só defendia. Parecia até meu time da rua, todo atrás e bola pro mato. Conseguiram segurar, mas, como no primeiro tempo a favor do Corinthians, o Inter no segundo poderia ter metido três ou quatro gols.
Entretanto, eu acho que o empate ficou de bom tamanho. Tá certo que estamos ali na rabeira. Quase na zona perigosa. Mas empatar láé um grande feito para o nosso time em recuperação.
Pois é...Mais uma vez demos mole para nossos arqui-rivais. Assim como no jogo contra o Corinthians, o Tricolor não soube aproveitar-se dos desmandos e equívocos causados pela diretoria palmeirense.
O que poderia ser um jogo certo para afundar ainda mais nossos adversários e consolidar-se na liderança, tornou-se um empecilho para a conquista do tão esperado campeonato Brasileiro de 2006.
Inacreditavelmente, o time do São Paulo, após dez meses sob comando do Muricy ainda não possui um esquema de jogo definido e matador. Confundindo raça com padrão tático, nossos jogadores que eram celebrados pelos serviços prestados em conquistas recentes, andam deixando a desejar tecnicamente.
Perdas de gols incríveis de um ataque inoperante que não define partidas fáceis, faz a alegria das defesas de nossos adversários. Voltamos ao tempo das "injeções diretas", aquela bola quebrada e nem sempre precisa vinda de nossa defesa.
Com esse esquema da tentativa no uso de um pivô, o São Paulo perde seu meio de campo e torna seu estilo de jogo demasiadamente pesado e lerdo. Com Danilo irreconhecível e Lenilson ainda não mostrando ser o dono da posição, o time carece de um padrão definido para suplantar as deficiências técnicas dos jogadores que assumiram a condição de titulares nas saídas de Lugano, Ricardo Oliveira e a ausência do André Dias, com pendências judiciais absurdas contra seu ex-time, o Goiás. E para nosso azar, viva a incompetência alheia...Mais uma vez, provando ser merecedora de crédito num país que privilegia o "menos" ao "mais" (para bons entendendores, pingo é letra e saberão entender o que eu quis dizer com isso).
Abre o olho Muricy...Ainda dá tempo de corrigir tudo isso.
Dirigentes velhos, com pensamentos ultrapassados para a nova filosofia que o futebol exige hoje. Casos de Salvador Hugo Palaia, Mustafá Contursi, diretor de futebol e ex - presidente do Palmeiras, e ainda devo lembrar o eterno presidente corintiano Alberto Dualib.
A situação dos dois times na tabela de classificação do Brasileiro representa bem o que é a administração destes dirigentes que primeiro pensam em seus interesses para depois pensar no clube.
No Palmeiras algumas atitudes comprovam que está sendo mal administrado por dirigentes, em especial o Palaia. Mas eu vejo como a gota d’água a declaração do Palaia ainda no vestiário em recife após a derrota do Palmeiras para o lanterna Santa Cruz, aonde ele mandou o ainda técnico Tite calar a boca e fazer o time jogar bola, estava se referindo a constante reclamação do ex-técnico contra a arbitragem. Prova de descontrole emocional para administrar um time com a quarta maior torcida do Brasil.
O dirigente corintiano por sua vez não está presente no clube já há quase dois meses, segundo ele resolvendo problemas com a dona do departamento de futebol, que por sinal é controlada pro pessoas que ninguém sabe quem é. Para piorar ninguém sabe o que vai acontecer com o centroavante Nilmar.
Por estes e mais alguns fatores mostrei minha indignação contra esta pessoa, Palaia, que se diz um torcedor do Palmeiras, no programa Futebol Debate do ultimo sábado. Vamos combater este câncer.
O Corinthians está levando ao pé da letra essa estória de que “treino é jogo”. Na sexta-feira, o “jogo” no Parque São Jorge, entre titulares e reservas, teve de tudo. Até Emerson Leão se colocou como o árbitro da partida. E olha que, com a péssima fase por qual a arbitragem brasileira vem passando, Leão daria um excelente juizão. Pelo menos foi o que mostrou no rachão alvinegro. Aplicou até expulsão.
O indisciplinado da vez foi o volante Paulo Almeida. Eu nem me lembrava mais dele. Agora temos Magrão, né.
Então, voltando ao rachão, Paulo Almeida foi expulso do “jogo/treino” por entrar com muita vontade – ou violência - durante um lance com o meia Roger.
Se toda essa disposição, apresentada pelos jogadores no treino, forem postas em prática nos jogos oficiais, a Fiel torcida pode se dar por satisfeita. Mas não vamos exagerar na vontade. Vai que aparece algum juiz igual ao Leão.
Ao empatar em casa com o Fluminense, o time de Luxemburgo ficou a nove pontos do líder São Paulo, que ainda tem um jogo a menos. Com isso, a equipe da baixada deve visar mais a vaga da Libertadores, já que o quinto e o sexto colocado estão a três pontos de alcançá-lo. Lembrando que o Santos tem duas vitórias a mais que o Vasco, que é o sexto.
Tudo bem que o alvinegro ainda enfrentará o time do Morumbi, em plena Vila Belmiro. Mas mesmo ganhado, terá que torcer para o tricolor tropeçar muito, sem falar no Grêmio, que está cinco pontos na frente e é o time que mais vem crescendo no campeonato. Detalhe: também enfrentará o Santos na Vila.
Podem me cobrar: as chances de titulo do Santos são nulas. A vaga na Libertadores corre um pequeno risco. O time está pagando por ter um elenco fraco em um campeonato longo. Vale ressaltar que o Inter está com os mesmos nove pontos, mas também tem um jogo a menos. Se perder, se une ao Santos e dá adeus ao titulo.
Ontem, jogando pela quarta vez no ano contra a equipe do Vasco da Gama, o Timão tropeçou e só conseguiu um empate em 1 a 1, no Pacaembu.
O Corinthians não perde para o Vasco desde 2001 e, mesmo jogando muito mal, ainda não foi dessa vez que os cariocas quebraram o tabu de praticamente cinco anos.
O time de Renato Gaúcho saiu na frente, com Andrade cobrando falta do meio do campo. Mas o Timão tinha a Fiel torcida que apoiou durante os 90 minutos. Rafael Moura empatou o jogo.
O Vasco não conseguiu quebrar o tabu, mas conseguiu atrapalhar a caminhada alvinegra rumo ao topo da tabela. Os torcedores corintianos até que estavam confiantes numa vaguinha para a Libertadores, porém a partida de ontem - acredito eu - fez a Fiel cair na real e acreditar que esse ano o time luta apenas por uma posição não humilhante no brasileirão.
Torcida atende aos pedidos e se torna “Geral Tricolor”
Torcida atende aos pedidos e se torna “Geral Tricolor”
O novo pessoal que se concentrará em todos os jogos na geral azul, em todos os jogos do São Paulo no Morumbi, agradeceu o apoio do superintendente Marco Aurélio Cunha, mas voltou atrás em sua decisão devido às centenas de pedidos de torcedores são-paulinos espalhados por todos os cantos do país.
O dirigente tricolor havia batizado o novo e grande grupo de “Torcida Livre”, para identificar os propósitos destes que lutam pela paz nos estádios e por apoio irrestrito ao time em campo.
Pouco tempo depois da divulgação da notícia, a comunidade e a própria notícia divulgada na SPNET “bombou” de comentários, sendo que a maioria não havia gostado do nome. Mais da metade dos pedidos era para que a nova “torcida” fosse batizada de “Geral Tricolor”.
Como a nova torcida preza pela democracia e pela vontade da maioria, já que é uma torcida livre (mas não “desordenada” como querem alguns”), resolveram atender aos pedidos dos fanáticos tricolores e, a partir de hoje, é conhecida como “Geral Tricolor”, como manda a vontade da maioria.
Vale ressaltar que não há fins lucrativos, não será uma torcida uniformizada, não tem presidentes ou diretores. Para entrar nela, basta se dirigir à arquibancada inferior azul, mais conhecida como “geral”, e apoiar o time. “Todos serão bem vindos”, dizem os integrantes.
Em conversa com alguns integrantes da nova torcida são-paulina que se forma na geral azul do estádio do Morumbi, ocorrida nesta terça-feira, após palestra realizada na Unicsul, o superintendente Marco Aurélio Cunha se mostrou animado com a idéia.
A antiga denominação “não-organizada” foi retirada deste novo e grande grupo de torcedores, que já conta com mais de 1.200 adeptos em um site de relacionamento. O motivo é que, após uma conversa com MAC, foi entendido que com tal denominação, poderia haver uma certa indisposição com as organizadas, que não é o propósito real da idéia. Muito pelo contrário, os integrantes já afirmaram que apoiarão as organizadas em todos os gritos de incentivo ao Tricolor e até mesmo em projeto sociais que as torcidas estejam engajadas.
O irreverente superintendente Tricolor batizou esse grupo de “Torcida Livre” e, após uma reunião, foi decidido adicionar alguma palavra que lembrasse o São Paulo Futebol Clube, surgindo assim a “Torcida Livre Tricolor”.
O grupo, inicialmente, se reunirá em todos os jogos realizados no estádio do Morumbi. Para quem está interessado, a próxima partida no estádio será realizada na quarta-feira, dia 04, contra o Vasco.
A contratação definitiva do ágil atacante Nilmar já está fazendo o corintiano lembrar de famosas “novelas” como a de Vágner Love e de Luis Fabiano. O contrato do jogador, por empréstimo, com o Corinthians, terminou no meio desse ano e até agora não há uma decisão final sobre a permanência do atacante.
Dizem os dirigentes alvinegros que estão resolvendo esse problema com os investidores da MSI e com o clube dono do atleta. Mas até agora, o Corinthians não pagou os oito milhões de euros e o Lyon, dono do passe de Nilmar, já entrou com um protesto na FIFA cobrando o pagamento acordado entre o Timão e o clube francês.
E para piorar ainda mais, surgiu um boato de que o nosso rival São Paulo estaria tentando furar o Corinthians e levar o atacante para o Morumbi.
Pô diretoria, vamos acordar! Já perdemos o argentino, agora perder o Nilmar vai ser ****!
Me desculpem pelo desabafo, mas faço minha as palavras daquele imbecil locutor gaúcho :
AHH É DEMAIS! TRICOLOR RASGA A CAMISA DO CAMPEÃO DAS AMÉRICAS...O INTER ESTÁ ARRASADO, CHURRIADO, DESTROÇADO...O TRICOLOR ARRANCOU A CAMISA DO INTER E PISOU EM CIMA.
Pois é, depois de muitas partidas entre as duas equipes, finalmente o Tricolor, mesmo ainda não jogando tudo o que pode, fez prevalecer seu mando de jogo e acabou com o tabu. Mesmo com dez jogadores.
Não poderia ter sido em melhor hora para afastar uma possível crise em virtude das perdas dos campeonatos disputados neste ano. Abrimos seis pontos do Inter, um concorrente direto pela conquista do Brasileiro.
Apesar dos inúmeros cartões que recebemos nesta partida, estranhamente dados somente aos jogadores pendurados, o Muricy terá tranqüilidade para respirar aliviado e pensar em como deverá recompor a equipe contra o Azulão. Finalmente o esquema 4-4-2 foi usado com sucesso e sem nenhuma adaptação.
Esse é o caminho. O São Paulo tem tudo para ser leve e rápido, principalmente num campeonato que afunila rapidamente e que privilegia a construção dos três pontos em cada etapa.
Afinal, times que comemoram empates como se fossem vitórias não merecem o devido crédito e respeito.
Depois da vitória sobre o Internacional, e a derrota do Santos para a Ponte Preta, parece que só São Paulo e Grêmio continuam nessa disputa pelo campeonato nacional. Diga-se de passagem, os gaúchos tem um jogo a mais e quatro pontos a menos.
Os torcedores foram poucos, cerca de 13 mil, mas, ao menos, desta vez parece que os cornetas finalmente preferiram ficar em casa.
Na minha opinião, Internacional e Santos, depois da rodada deste domingo, aparecem como zebrar ao título do Brasileiro.
Para quem esteve no jogo de hoje entre São Paulo e Internacional, no Morumbi, foi fácil observar um grupo de cerca de 20 torcedores são-paulinos que não pararam de pular e cantar durante os 90 minutos em que o time esteve em campo na arquibancada inferior azul, mais conhecida como “geral”.
Até mesmo antes da partida, no intervalo, e no pós-jogo, foi possível ver a animação dessa nova torcida, que ainda não tem nome definido, mas que visa apenas apoio total e irrestrito ao São Paulo Futebol Clube.
No melhor estilo das “barras” argentinas, cantaram novas músicas, a maioria inspiradas em cânticos das torcidas do Boca Juniors, River Plate e Chacaritas.
Os membros afirmam que o principal objetivo deste grupo, ainda modesto, mas barulhento, é o apoio irrestrito aos jogadores dentro de campo sem parar de cantar sequer um segundo.
Os gritos com apologias a violência são totalmente proibidos por essa nova massa são-paulina, assim como músicas com excesso de palavras de baixo calão, para que assim o torcedor convencional, de família, possa também torcer pelo seu time sem qualquer desconforto. “Não queremos ser conhecidos como uma torcida organizada, mas apenas como um grupo de torcedores que quer o bem do seu time e refuta a violência”, dizem os integrantes.
No jogo de estréia, foram filmados durante a transmissão em rede nacional e também já estão em muitos tópicos de discussão em diversas comunidades do orkut.
No final do jogo, o técnico Muricy Ramalho reconheceu o apoio deste novo grupo de torcedores e acenou, agradecendo a vibração durante toda a partida e, na coletiva, afirmou que o apoio é essencial para que os jogadores tenham confiança durante as partidas.
O volante Magrão, ex- ídolo do nosso maior rival, o Palmeiras, mostrou que já se sente em casa atuando pelo Coringão.
Sua contratação envolveu uma enorme polêmica graças a colegas, que sem a menor prova, levantaram a hipótese do volante ter tatuado no corpo um símbolo do rival e, ainda, por causa de uma entrevista, dada pelo próprio Magrão, de que nunca jogaria no “Todo Poderoso Timão”. Tudo bobagem. Queriam atrapalhar a chegada do mais novo símbolo da raça do Parque São Jorge.
Na noite deste sábado, Magrão provou a todos que honra a camisa “que o paga”. Afinal ele é profissional como qualquer outro. Na sofrida vitória sobre o Paraná, o volante marcou o gol da vitória alvinegra e conquista, cada vez mais, o coração da Fiel torcida.
Para os que disseram que o volante não daria certo no Timão, está aí a resposta. Três jogos, dois gols e 270 minutos de muita vontade e dedicação. Magrão já se adaptou – e bem – a nova casa.
Cercado da mais plena calma, o Corinthians deu, na noite de quarta feira, mais uma prova de que está de bem com a vida. Em um excelente jogo, o “Todo Poderoso Timão” venceu o Vasco, pela desvalorizada Copa Sul-Americana, e assim segue embalado com os bons resultados.
Além da vitória por 3 a 1, a torcida alvinegra tem todos os motivos para estar orgulhosa da equipe. Depois da garra demonstrada no heróico empate diante dos são-paulinos, com apenas nove guerreiros em campo, o alvinegro paulista voltou ainda mais motivado para essa partida contra os cariocas.
E tem mais, dessa vez sim, os novos contratados tiveram uma verdadeira estréia. César, que praticamente nem havia sentido o grito da fiel, fez um bom primeiro tempo e se redimiu com a nação. O lateral mostrou porque a imprensa o coloca como titular da equipe corintiana. Amoroso e Magrão não preciso nem comentar. O primeiro marcou um gol logo aos quatro minutos, já o segundo, mostrou a garra de sempre e também deixou a sua marca nas redes vascaínas.
Ainda teve o brigador “He-man”, que também fez o seu gol. Enfim, todos os jogadores estão de parabéns.
Poderia ter sido uma sacolada, mas o goleiro do Vasco, mesmo tendo tomado três gols, parecia estar inspirado.
Agora o Timão passou às oitavas-de-final da competição e só está esperando o vencedor do confronto argentino entre Lanus e Vélez.
Li nesta sexta-feira, no Blog do Juca, o qual respeito – e muito – um artigo que critica a postura de Rogério Ceni sempre quando o São Paulo é derrotado em campo.
Para ilustrar a situação, Kfouri expôs dois fatos.
Após a partida contra o Fortaleza pelo Brasileirão, onde Ceni perdeu um pênalti já nos acréscimos, que daria a vitória ao clube do Morumbi, se recusou a receber o troféu de campeão do 1º turno oferecido pelo Lance! Em seu lugar, Muricy recebeu.
O segundo fato aconteceu ontem após a entrega da medalha de vice-campeão da Recopa, quando Rogério, visivelmente irritado, atirou a medalha na torcida, que já aos 15 minutos do segundo tempo pegava no pé de Danilo e, principalmente, Muricy.
Ora Juca, claro que a atitude não é elegante, como você mesmo colocou. Porém, não creio que vá contra ao esporte em si, que vai muito além de saber perder ou ganhar, simplesmente.
Essas atitudes do Rogério podem não ser as mais adeqüadas, mas mostram o que é ter brio, mostram o que é entrar em campo como se entra numa guerra, em que não se pretende sair com a derrota.
Muricy é avaliado só pelas decisões, porém, se raciocinarem um segundo antes de cornetar, é possível ver que o São Paulo sempre chegou, mas na hora de decidir faltou a competência, aquela mesma que sobrou em 2005.
Isso é culpa do técnico? Acredito que não. É só analisar os números. O time sempre esteve perto, faltou o algo a mais, uma peça a mais, alguém que pudesse decidir a qualquer momento.
As peças não são as mesmas de 2005 e, depois da Libertadores, piorou. O São Paulo perdeu a liderança de Lugano, a qualidade de André Dias e o faro de gol de Ricardo Oliveira.
E o pênalti em Souza, que mudaria toda a história do jogo? Sinceramente não vi o lance ainda pela tv, mas os companheiros de imprensa dizem que foi um pênalti escandaloso e que Oscar Ruiz estava há poucos metros do lance.
Ontem Muricy, a pedido dos sábios gênios da torcida, colocou Aleijado Dias em campo e tirou um zagueiro. O que aconteceu? Contra-ataques para o Boca matar o jogo. Até mesmo o técnico já se mostra abatido e acabou cedendo à pressão dos inteligentes, que mais uma vez o chamaram de burro. Foi burro mesmo de ter atendido ao pedido de 20 mil imbecis. Essa foi sua única burrice.
Analisem as opções que existem no mercado e pensem antes de pressionar para que a diretoria demita Muricy.
Bom futebol, muita raça e uma boa dose de sorte. São esses os ingredientes que fazem o Corinthians reagir no Brasileirão e avançar para a fase internacional da Copa Sul-Americana.
Com a chegada dos reforços, o time de Parque São Jorge ficou mais eficiente no ataque sem deixar de ser consistente na defesa. O técnico Emerson Leão aboliu o esquema mais usado hoje no Brasil, o 3-5-2. Pode ser contraditório dizer que Leão arrumou a defesa tirando um zagueiro, mas no caso do Corinthians esta atitude foi a ideal. Marinho e Betão recebem a proteção do “cão de guarda” Marcelo Mattos e, apesar de ter dois laterais que avançam muito, e meias que não querem marcar, Leão fez seu time ocupar bem todos os espaços.
A torcida deve agradecer, e muito, ao time do São Paulo, por que no jogo de domingo o time reencontrou sua identidade, quando empatou o jogo com dois jogadores a menos e contou com uma partida incompetente do rival, que facilitou a vida Corintiana.
Agora é nítida que a sorte mudou para o timão, prova disso foi o jogo contra o Vasco da Gama, com alguns lances que na época seriam contra, agora são a favor. Prova disso foi o gol do Magrão, onde a bola foi desviada pelo volante Coutinho e entrou. Já no lance seguinte, Ramon cruzou e o próprio Magrão desviou, só que como tudo está a favor a bola foi pra fora.
Aonde este novo Corinthians pode chegar?
Não podemos esquecer que titulo internacional não é a praia do timão. Vai ser preciso muito mais que sorte para conquistar algo.
Muricy Ramalho não consegue mais me convencer e pede ajuda à torcida são-paulina para tentar levantar o time diante do Boca Juniors e, mais, pede ajuda para que, com mais essa vitória, permaneça no cargo e ajude a diminuir a fúria da torcida.
Porém, ele se esqueceu que o time dentro de campo precisa ser vibrante. Não adianta termos uma torcida que canta e incentiva 90 minutos e dentro de campo um time sem vontade, sem força pra brigar.
Muricy se esquece que agora ele é o técnico, o “treineiro” que tem que colocar o time pra jogar, e não mais aquele torcedor/espectador que confiava na mudança do Telê e acreditava na garra e na técnica dos times de 92 e 93. Não percebeu que o tempo passou e o comando está nas suas mãos.
E, sem perder a esperança, nos aguardem “hermanos”!
Depois da heróica “vitória” por 0 a 0, com apenas nove valentes mosqueteiros em campo diante dos rivais do Morumbi, o “Todo Poderoso Timão” volta suas atenções para a desprestigiada Copa Sul-Americana.
Com o bom momento de volta ao Parque São Jorge, os corintianos recebem, nesta quarta feira, provavelmente o mistão do Vasco da Gama, desta vez no estádio do Canindé, já que o Corinthians está suspenso de realizar “shows” no estádio do Pacaembu – desde o lamentável episódio da Fiel, durante trágica eliminação da Taça Libertadores – em competições internacionais.
Como venceu a primeira partida em São Januário por 1 a 0, o time paulista entra em campo precisando apenas de um empate para seguir para a próxima fase da competição. Competição essa, que pode não ter muito valor para algumas equipes, mas, com certeza, Leão e seus comandados não abrirão mão de trazer mais um caneco para a mais do que fiel torcida alvinegra.
No programa Futebol Debate do último sábado, afirmei que o “xerife” Diego Lugano faz falta em todos os setores do atual time do São Paulo. Fui contestado por alguns companheiros de mesa e resolvi ir atrás de números para ilustrar a “minha” verdade.
Após a ida do uruguaio para o futebol europeu, o São Paulo entrou em campo oito vezes. Sabe quantas vitórias foram nesses jogos? Duas! Isso mesmo, duas! O que mostra, numericamente, que tenho razão em dizer que a saída dele desmoronou o conjunto que tinha o atual campeão do mundo.
Creio que a queda de rendimento da equipe não seja nem tanto pela qualidade técnica de Lugano, mas sim porque não tem mais um líder em campo, um jogador que cobrava o posicionamento, a garra e a disposição de todos os seus companheiros, um jogador que se dedicava de corpo e alma e era um exemplo para todos os outros. Era ele quem chamava a responsabilidade, junto com Rogério, em todos os momentos difíceis dentro das quatro linhas.
Após a sua saída, foram 24 pontos disputados. Apenas dez conquistados. Cerca de 40% de aproveitamento, num time que tinha mais de 65% até sua saída. Lembremos que a Ponte Preta, atual 17º colocada no Brasileirão, tem 39% de aproveitamento dos pontos.
No medonho clássico realizado por São Paulo e Corinthians neste domingo, o destaque da partida foi o árbitro Heber Roberto Lopes, que teve muita personalidade e coerência durante toda a partida, expulsando César e Ratinho por entradas violentas logo no início do clássico.
Particularmente nunca gostei deste árbitro paranaense. Porém, é inevitável observar que neste Campeonato Brasileiro ele tem feito grandes arbitragens. Claro que não é todo jogo que ele apita bem, afinal é humano, não um robô, e muito menos tem 30 câmeras de diferentes ângulos à sua disposição.
Parabéns pela arbitragem de ontem, Heber. Foi pra crítico nenhum botar defeito. Nota 10!
Sobre o jogo
A freguesia corintiana nos últimos anos chegou a tal ponto que um empate em 0 a 0 contra o atual campeão do mundo é festejado como uma goleada em final de Copa do Mundo. Faz-me rir.
A torcida do São Paulo já começou a culpar o técnico Muricy Ramalho pelos constantes fiascos, mas ninguém observa a falta de atacantes e meias de qualidade no elenco. As opções são poucas e a diretoria precisa se mexer caso queira acabar com os 15 anos na “fila” do Brasileirão.
O Corinthians Caldas, com razão, colocou seus nove jogadores restantes no campo de defesa. Não é fácil ultrapassar essa barreira, ainda mais com a qualidade que os jogadores são-paulinos vêm mostrando ultimamente.
Não tem um craque, não tem nenhum líder, não tem mais um “time”. Essa é a verdade...
O confronto entre Corinthians e São Paulo, teve todos os ingredientes necessários para dar brilho a um clássico, só faltou o gol.
O Timão, com as estréias do “raçudo” Magrão, do opaco Amoroso e do afobado César, entrou em campo decidido a quebrar o tabu de onze jogos sem vencer os rivais do Morumbi.
Porém, os corintianos não esperavam as expulsões do lateral esquerdo César e do lateral-direito Eduardo Ratinho. Expulsões justas, depois de duras, e desnecessárias, entradas nos adversários.
Com dois a menos, a filosofia alvinegra foi todo mundo atrás e bola pro “mato”. Foi assim o jogo todo. Os nove bons mosqueteiros bloqueando, por 90 intermináveis minutos, o ataque de onze tricolores.
A raça do time contagiou a Fiel. A Fiel, que por sua vez, deu força ao time. Não tivemos vitória, não quebramos o tabu, mas os mais de 20 milhões de torcedores alvinegros estão orgulhosos do “Todo Poderoso”. O velho Sport Club Corinthians Paulista voltou.
Amanhã o bicho vai pegar no estádio do Morumbi. Corinthians e São Paulo se enfrentam no clássico Majestoso. O jogo que nos últimos anos vem sendo uma verdadeira guerra. As intensas provocações, de ambos os lados, acirram ainda mais a rivalidade.
No duelo entre os dois, já são quase quatro anos sem vitória por parte do time de Parque São Jorge. Teve de tudo. Goleadas, vitórias sofridas e empates, mas o Corinthians sempre saiu no prejuízo. Além de que, a cada derrota, é outro treinador corintiano desempregado. Desde 2003 cinco técnicos caíram.
Acredito que dessa vez será diferente. A Fiel torcida está bem confiante no triunfo da equipe alvinegra. Agora, fora da zona de rebaixamento, vindo de três boas vitórias consecutivas, o Timão está no rumo certo para uma excelente reação no campeonato brasileiro – graças ao trabalho do competente Emerson Leão – e não vai titubear nesse clássico tão importante.
Para o “conflito” o Timão ainda deve ter a estréia de novos mosqueteiros. O volante Magrão, o lateral César e o ex-tricolor Amoroso, não vêem a hora de entrar no gramado e sentir a força da massa. Com certeza, não há motivação melhor do que estrear vestindo o manto alvinegro em um clássico contra os tricolores. E ainda por cima, vencendo.
Por isso, tenho a plena convicção que esse jogo nos reserva grandes emoções e de que, desta vez, não será moleza derrubar o sempre “Poderoso Timão”.
O Tricolor escorregou no regulamento da Recopa. O time chegou a Buenos Aires com a idéia de que o gol fora de casa não seria usado como critério de desempate. Apenas depois de ser alertado sobre o regulamento, a diretoria consultou a Conmebol e confirmou: gol marcado fora de casa é, sim, critério de desempate.
Onde está aquela diretoria do São Paulo que preza pelo planejamento?
Onde está a diretoria que trazia grandes jogadores e se preocupava em reforçar bem o time?
Porque Miranda ainda não é titular no lugar do Edcarlos ou do Fabão?
Porque ainda não renovaram os contratos de Mineiro, Danilo e Thiago?
Se a diretoria deixar o Mineiro ir embora, o que eu acho praticamente impossível pelo caráter do jogador, começará a dar sérias mostras de incompetência, o que não ocorria quando Marcelo Portugal Gouvêa estava no comando.
É difícil Mineiro ir embora? Sim, é difícil. Porém, convenhamos que esta renovação já demora mais do que a encomenda. Abre o olho, São Paulo!
Um jogador que vinha tão bem tanto no Goiás em 2004 quanto no Vasco em 2005, que teve um inicio fulminante no São Paulo e de repente desapareceu e está devendo futebol de matador que o gabaritou para estar no São Paulo.
São coisas que são impossíveis de se entender, e a única coisa que nós São Paulinos sabemos e, temos certeza, é que nos falta um camisa nove matador para comandar um ataque que está carente de gols.
Nosso jovem Thiago parece ter reencontrado o caminho dos gols e marcou nesses últimos dois jogos.
Contra o Boca, parecia mais uma vitória tricolor, mas o time ficou devendo, principalmente após a saída do nosso Imperador Aloísio Chulapa e a entrada de Alex Dias que saiu poucos minutos depois no segundo tempo após não mostrar futebol, dando espaço ao apagado Souza.
Agora temos de pensar nas Barbies de Itaquera no jogo de domingo que é fundamental para nossa caminhada rumo ao titulo para depois ter o luxo de disputar a taça de campeão dos campeões da América com o poderoso Boca Juniors.
Vamo São Paulo, Vamo São Paulo, Vamos ser Campeão!
A derrota do ultimo domingo diante o Santos por 5x1 não deve abalar os ânimos do torcedor palmeirense! O bom trabalho do técnico Tite, em levantar um time praticamente rebaixado, não deve ser posto em risco por um tropeço, um jogo ao acaso. Se jogarem mais dez vezes, dificilmente o placar será repetido.
O grande problema do time, aliás, do futebol brasileiro, é a falta daquele centroavante matador, o famoso camisa nove. Enilton vem fazendo bem a função de jogar isolado no ataque, mas ainda está longe de ser a esperança de gols palmeirense. Mas a equipe sente muito a sua falta, como se viu na Vila Belmiro.
O próximo adversário é contra o São Caetano, time que não vem apresentando o bom futebol dos últimos anos, junto com o fato de jogar em casa, é uma boa chance para o Palmeiras voltar a vencer. Em um campeonato em que os times estão nivelados por baixo, o elenco palmeirense é muito bom para correr risco de rebaixamento.
Raridade seria se a história fosse diferente à que pudemos ver nesta quinta-feira no La Bombonera. Mais raro ainda seria um time sem qualquer personalidade, qual foi o São Paulo, vencer o poderoso Boca Juniors em seus domínios. Agora, o clube portenho acumula 13 vitórias consecutivas, é o atual bicampeão argentino e já é apontado como um dos maiores “Bocas” de toda a história pela sua própria torcida e pela imprensa local.
Não adianta brigar contra os números. Bobadilla foi mero espectador da partida. Se ele tivesse ficado na torcida, o jogo teria terminado 2 a 2, pois foi o número de bolas que chegou à meta do arqueiro. Foi difícil para acreditar que o São Paulo atuou como time pequeno, mas foi o que aconteceu. O Tricolor começou bem a partida, mas a partir do lance do gol – numa falha de Bobadilla – a equipe comandada por Muricy Ramalho sumiu do jogo. Coincidência ou não, após a saída de Aloísio, machucado, o time perdeu seu “poder de fogo”.
Após um primeiro até que equilibrado, mas com maiores chances para os argentinos – inclusive com um gol mal anulado pelo péssimo Amarilla – o segundo tempo foi totalmente dominado pelo Boca.
De certeza mesmo após esse jogo é que o matador Alex Dias deve ter matado mais uns 15 são-paulinos de raiva hoje e, no final, a derrota por 2 a 1 ficou barata – e como ficou – para o atual campeão Mundial. Jogar com o Boca é complicado, sendo lá ou cá, porém, não precisamos jogar como “São Caldas”.
Ao contrário do que ocorreu na final da Libertadores, desta vez, o São Paulo não caiu de pé.
É Corinthians, o craque fujão já faz parte do passado. Agora temos um novo substituto para carregar a camisa 10 do Timão. Amoroso, esse será o encarregado de balançar as redes adversárias. Para quem tem “He-man” e “NadGol” não penso duas vezes em dizer que Amoroso é mil vezes melhor. Tem experiência e currículo, além de ser um excelente jogador.
Porém tem uma coisa Amoroso, a Fiel não tem memória fraca, e se lembra muito bem de seus gracejos para com o nosso coringão na época em que você brilhava pelos gramados do Morumbi.
Por isso, é bom honrar o manto alvinegro, e não fazer como uns e outros que desrespeitaram o “Todo Poderoso”. Você não vai querer fazer como os ingratos, e deixar de fazer historia em um dos maiores clubes do mundo, não é mesmo?
Então, quando entrar em campo, sinta a força da Fiel. Com certeza apoio não te faltará. Mas se vacilar...
Ah e mais uma coisa, seu novo time é o Sport Club Corinthians Paulista e não “Sociedade Esportiva Corinthians”. E nada de matar um “leão” por dia. Presta atenção Amoroso.
Quem pensou que o coringão não levaria a sério essa Copa Sul-Americana, se enganou profundamente. Pelo menos não foi isso o que eu vi na partida de ontem à noite no Rio. Nem o frio, a forte chuva e nem mesmo os rotineiros erros da nossa fraca arbitragem impediram o Timão de bater o time de Eurico. Demonstrando muita raça e uma enorme vontade de vencer, o Timão provou que está recuperado da péssima fase e mostrou toda sua força aos cariocas.
O Corinthians poderia ter aplicado uma goleada, mas por sorte dos vascaínos e uma boa ajuda do juizão, só vencemos por um magro placar de 1 a 0, com direito a um golaço do “manhoso” Gustavo Nery. O meia Renato ainda fez o segundo de cabeça, mas o árbitro parecia estar cego devido ao dilúvio que caía no Rio e não validou o tento.
Mas o que importou foi a vitória e a confirmação de que os vascaínos realmente são bons fregueses do “Todo Poderoso Timão”. Agora já são cinco anos sem perder para eles.
Enfim, voltando a copa, pode até ser que ela seja uma “pedra na chuteira” de alguns times, mas para a Fiel, ganhar esse titulo é importante. Afinal, vale taça, vale titulo. E o Corinthians não é time para participar, é time para vencer.
Pois é, blogueiros. Como vi vários amigos da imprensa comentando, concordo com a opinião da maioria, a Recopa – o título em si – pouco vale. O que vale mesmo é ver um confronto de duas das equipes de maior tradição do futebol sul-americano.
Boca Juniors e São Paulo se enfrentaram dezoito vezes na história do futebol. O confronto é equilibradíssimo: seis vitórias para cada lado e quatro empates. O Tricolor leva vantagem apenas no quesito gols pró. Foram 24 marcados e 23 sofridos.
Até mesmo as maiores goleadas são idênticas. Em 1961, o São Paulo venceu no La Bombonera por 5 a 1. E, em 99, pela Mercosul, também na Argentina, o Boca devolveu a goleada.
O São Paulo quis dar pouco valor para a Recopa e não revelou se iria atuar com os titulares e reservas. É certo que, caso o confronto fosse com um Once Caldas, Muricy escalaria os reservas, preocupado com o Brasileirão.
Porém, exatamente por enfrentar o Boca Juniors, na Bombonera, o São Paulo precisa zelar pelo seu prestígio internacional e não colocar qualquer equipe em campo que possa dar vexame perante as lentes de todo o mundo.
Uma coisa é certa. Vencer o Boca Juniors na Bombonera é quase missão impossível, ainda mais com o adversário forte, que vem de 12 vitórias consecutivas, com todos os ingressos esgotados dias antes da decisão e, para os argentinos, o título será um marco na história do clube, pois, caso levante a taça, o Boca deixará para trás Independiente, Real Madrid eMilan, se tornando o time com mais conquistas internacionais da história do futebol, com 16 ao todo.
A reação corintiana no Campeonato Brasileiro já está causando um certo incômodo nas equipes do topo da tabela.
O fanfarrão Marco Aurélio Cunha, dirigente são-paulino, parece já estar sentindo o baque dessa reviravolta.
No próximo domingo, o Timão pega o tricolor, no Morumbi, e o dirigente já começou com as alfinetadas. Dessa vez a cutucada foi contra uma possível ajuda da arbitragem a favor do Corinthians. Segundo ele, está rolando uma operação “Timão Esperança”, para livrar o time do rebaixamento.
Mas, infelizmente, todos nós sabemos que a arbitragem brasileira passa por uma fase muito ruim. Os erros estão acontecendo em todas as partidas e, contra ou a favor, de várias equipes. Por isso Dr. Marco Aurélio, não venha com desculpas antecipadas para um possível deslize de seu time no clássico. Somente a vitória irá provar quem é melhor dentro de campo, independente dos erros da fraca arbitragem brasileira.
E tem outra, no momento só estamos pensando no jogo contra o Vasco, pela Sul-Americana. Com o tricolor a gente se entende no domingão.
PS: Enquanto isso, em Londres, os ingratos argentinos fujões, Tevez e Mascherano, foram apresentados ao “poderoso” West Ham. Os ingratos, durante a apresentação, pediram desculpas a Fiel torcida corintiana. Resta saber se a torcida perdoará os ex-ídolos.
Vivendo uma nova fase no campeonato brasileiro, a tranqüilidade está novamente pairando sob o Parque São Jorge, coisa que não acontecia há muito tempo.
Após passar por um turbulento período, o Corinthians, comandado pelo “General” Emerson Leão, parece ter encontrado o caminho da salvação. Foram quatro vitórias, um empate e apenas uma derrota sob o comando do treinador, e, a equipe, enfim, deixou a zona de rebaixamento após 13 rodadas de sofrimento.
Aquele não era lugar para o “Todo Poderoso Timão”. Era questão de tempo para sairmos daquela situação. Tínhamos que dar um jeito nas “laranjas podres” que atormentavam o ambiente alvinegro.
Agora, em um momento mais calmo, nós, corintianos, estamos felizes da vida. Pela sorte, que voltou, e pelos novos passageiros – dez meses é muito pouco presidente - do “elevador alvinegro”. Magrão e César já chegaram e prometeram deixar marcas no clube. Amoroso também está a caminho.
Os novos mosqueteiros já devem estrear no domingo, contra o time, que nos últimos anos, vem sendo o carrasco dos técnicos corintianos.
Mas agora o momento é outro. Estamos recuperados do vírus. Estamos confiantes e cheios de motivação. Dessa vez não vai ser fácil nos derrubar.
Estas duas próximas semanas serão muito difíceis para o São Paulo, tudo por causa da Recopa sul-americana.
Apesar de ser um título internacional, coisa que muitos times tentam, mas não conseguem, acho que o São Paulo não deveria jogar com o time titular, principalmente pelos jogos serem na quinta-feira, o que não deixa nenhum dia de recuperação para o time.
Como uma pessoa que adora futebol, é sempre bom ver os dois maiores times da América jogando, principalmente um jogo lá e outro cá, mas, falando com a razão, este é um titulo que não representa nada pra quem tem libertadores, supercopa da libertadores e duas Recopas. O São Paulo deveria ir com um time misto e se concentrar no Brasileiro, já que o Santos terá dois jogos teoricamente mais fáceis que São Paulo e Internacional.
Creio que nossa competente diretoria e o Muricy farão o que for melhor para o time depois dos 12 anos de espera em que ganhamos a Libertadores, agora é a vez de quebrar os 15 anos de espera do Brasileiro. A cada vitória, a cada rodada a menos, o título ficará mais perto.
Está provado a todos os corneteiros de plantão. Magrão, a mais nova aquisição da equipe corintiana, não tem nenhuma tatuagem com o símbolo aqui-rival.
A contratação do volante deu muito o que falar nessa semana. Em todo lugar se via alguém, como sempre, procurando um motivo que pudesse atrapalhar a vida do Timão. Dessa vez inventaram uma tal tatuagem. O volante, antes ídolo do rival, teria tatuado em seu corpo o brasão do clube do coração, o Palmeiras. Tudo invenção de corneteiros do futebol. Hoje, antes de se apresentar ao novo time, Magrão tirou a dúvida de todos, e para alegria da Fiel torcida, não existe tatuagem de time algum.
Só sei de uma coisa, com tatuagem ou sem tatuagem, os corintianos podem ter certeza que raça e muita vontade não vão faltar. Mas mesmo que tivesse, nada que um bom tatuador não disfarçasse com o escudo alvinegro por cima, não é?
Em um dia cheio de alegrias, Brasil vencendo a Argentina e Palmeiras tomando goleada, o Corinthians tornou o dia da Fiel ainda melhor. O time de Emerson Leão venceu a Ponte Preta por 1 a 0 com muito sofrimento, mas como nos velhos tempos.
Parece que os argentinos eram realmente o problema na equipe alvinegra. Hoje, no primeiro jogo após a confirmação da saída de Tevez e Mascherano, o time paulista voltou a apresentar aquele futebol com raça, a que os corintianos estavam acostumados a prestigiar.
O Timão foi soberano por toda a partida, mas a bola insistia em não entrar. Ora eram os milagres do goleiro Jean, ora eram as péssimas finalizações do ataque mosqueteiro.
O primeiro tempo terminou sem gols, mas a torcida estava certa de que era uma questão de tempo. Aos 20 minutos, Marcelo Mattos marcou, de pênalti, o gol da vitória, e muito mais do que isso, o gol da nova era corintiana. Xô rebaixamento! Nosso lugar é lá em cima.
Graças a Deus agosto acabou e apesar dos maus agouros a que fomos submetidos, incluindo o acidente com nossos garotos, perda da Libertadores, despedida de "Dios" Lugano, disputa perdida no passe de Zé Roberto com o Santos e até empate contra o Fortaleza com Rogério Ceni perdendo pênalti, continuamos caminhando rumo ao título do Brasileirão.
Para complementar a loucura, até o Amoroso, um dos grandes responsáveis pelas conquistas do ano passado e agora promovido a ex-ídolo Tricolor, se bandeou para o lado de nosso arqui-rivais. Uma perfeita estratégia para mudança de foco aos reais problemas que assolam nosso co-irmão?
Ironias à parte, lembro aos amigos ,tanto os Tricolores inconformados quanto os corintianos mais otimistas, que o Amoroso contava com uma excelente estrutura do Reffis Tricolor, onde era tratado a pão-de-ló pelo competente Rosan & Cia. Escolhia jogos onde mostrava o mais fino futebol que o consagrou mundialmente. De resto, mandava aquele famoso "migué".
Resta saber se, jogando no nosso rival, terão a devida paciência, o mesmo tempo e as condições necessárias para desenvolver seu verdadeiro futebol. Sinceramente, não acredito. Ainda mais contando com um time cheios de donos e ao lado de outro contratado com tatuagem da Mancha Verde às costas. É o verdadeiro samba do crioulo doido. Fica aí um pensamento para ser lembrado no próximo dia 10/09:
Em meio a uma crise que insiste em não terminar, as coisas no Corinthians parecem estar tomando o rumo certo. A chegada de Emerson Leão, somado as saídas de Tevez e Mascherano, parece ter dado novos ares ao turbulento ambiente do Parque São Jorge.
Leão chegou manso, mas logo mostrou seu estilo de trabalho. Estilo esse, que promete novos tempos para a equipe alvinegra.
Além do ótimo trabalho de Leão, a diretoria também se mostrou muito interessada em resolver os sérios problemas que vêm rondando o Timão desde a trágica eliminação da Taça Libertadores desse ano. Agiram rápido e já contrataram substitutos para os rebeldes argentinos. Amoroso e Magrão, além do eficiente lateral César, que ganhou destaque no São Caetano. São jogadores experientes, que podem, na minha opinião, fazer história no clube e conquistar o coração da Fiel Torcida.
Aquele velho e consagrado Corinthians, da garra e da vontade, está voltando. O pessoal lá de cima que tome cuidado. Estamos subindo.
O Santos fez uma grande contratação nesta semana, Zé Roberto. O jogador era pretendido por várias equipes do futebol brasileiro e mundial, mas acabou fechando com o time da Vila.Sem dúvida nenhuma a maior contratação de um time nacional neste ano. No meio das grandes decepções da seleção na Copa, Zé Roberto foi um dos únicos que se salvaram das criticas.
Luxemburgo tem agora a possibilidade de criar o melhor lado esquerdo do Brasil. Esta frase já foi usada por Carlos Alberto Parreira quando tinha Kleber, Ricardinho e Gil, no Corinthians. Comparando trio por trio, já que o Santos fica com Kleber, André Luis e Zé Roberto, o do alvinegro praiano tem tudo para ser melhor, ainda mais tendo Luxa no banco de reservas.
Se estiverem em boas condições, os três jogadores podem fazer com que a equipe comece a apresentar um bom futebol. Mas o principal fator é que neste time falta um centro-avante, como naquele do Corinthians, que contava com Deivid no ataque, que também não chega a ser um camisa nove. Vai depender muito de Reinaldo, que é um grande jogador, mas atravessa uma má fase.
Sim, meus irmãos tricolores, o que queremos no momento é, nada mais nada menos, do que isso: O Campeonato Nacional que não conquistamos há 15 anos.
Talvez por ser o único titulo que nos restou e pelo atual time que temos, virou nossa obsessão. Será que se tornou mesmo?
O que podemos acompanhar nas arquibancadas do Morumbi é uma total falta de interesse da torcida tricolor em acompanhar o glorioso nesta curva final do Brasileirão, com públicos pífios e uma torcida impaciente com alguns jogadores e com o nosso Muricy.
Talvez esta falta de paciência aconteça pela manutenção de Danilo, por exemplo, que não vive uma boa fase ou de nosso ataque que está inoperante desde o jogo contra o Chivas, no dia 2 de Agosto, com uma noite inspirada do tricolor onde eu classifico como um dos melhores jogos do ano, se não o melhor.
De lá pra cá, temos sofrido todos os jogos, sempre correndo atrás do resultado, sempre tentando empatar, virar... O desgaste físico do time é acentuado devido a situações repetitivas como essas de buscar o resultado, sem falar no que se diz ao psicológico, jogar sob pressão maior do que a natural de se vestir a camisa de um grande clube no mundo como a nossa.
Sentimos a falta de mais líderes em campo, percebo que mesmo com um time guerreiro que vem nos proporcionando um grande futebol, precisamos de um líder do meio pra frente, como tínhamos no Amoroso ano passado no comando do ataque chamando a responsabilidade para cima de si o tempo inteiro, na figura do próprio Cicinho que dava uma enorme sustentação ao meio de campo com sua velocidade e ousadia.
Não que eu esteja pedindo reforços, mesmo porque o que precisamos só teremos no ano que vem, pois se encerrou ontem o prazo para transferências internacionais e nossa diretoria não faz loucuras.
Torcida tricolor, vamos comparecer, apoiar, incentivar, vamos dar aquele mesmo show que mostramos nas finais da Libertadores e parar de reclamar do Muricy, considerado no ano que se passou o melhor técnico do Brasileirão e que vem fazendo um bom trabalho, e no pé do Danilo, que tem uma história muito bonita em nosso clube, porém está em má fase e precisa de nosso apoio e compreensão!