Os nomes de jogadores que interessam o Corinthians já começam a surgir na Fazendinha.
Um dos nomes é o do veterano meia-atacante Lucio (Fortaleza), a quem o treinador Emerson Leão não se cansa de elogiar. O problema na contratação do atleta é que ele ainda tem contrato com o time cearense e sua multa gira em torno de um milhão e meio de reais.
Outros que interessam bastante ao treinador são o goleiro Sérgio (Palmeiras) e o zagueiro Gustavo (São Caetano). O primeiro termina seu contrato com o Palmeiras no fim deste ano e estará livre pra negociar com outros clubes. Já o segundo caiu com o São Caetano pra segunda divisão e, se contratado pelo timão, pode ter a chance de permanecer na elite do nacional.
Além desses jogadores que interessam, o Corinthians terá a volta de Élton e Dinélson, que voltam após uma fraca temporada no azulão.
Em relação a renovações, Marinho, Renato e Ramón terminam seus contratos neste mês e ainda não renovaram.
Enfim, por enquanto nada certo para a temporada de 2007, apenas especulações e muita, mas muita negociação.
Foi difícil, mas a querida Lusinha conseguiu escapar de uma humilhação que poderia ocasionar no fim de um dos mais tradicionais times da capital paulista.
O time não vinha muito bem na série B do Brasileirão deste ano. Amargou por um longo período uma seqüência de maus resultados, crises, brigas, protestos e um lugar na zona de rebaixamento, revezando com outras equipes a lanterna da competição. Quase caiu para a terceira divisão do campeonato nacional. Isso poderia ser o fim da Portuguesa.
Porém, na última rodada a equipe conseguiu se livrar do rebaixamento. Agora é pensar no próximo ano e trabalhar, e muito, para que o problema e toda essa apreensão não se repitam.
Com certeza a torcida palmeirense não vai esquecer de quatro nomes tão cedo: Luciano Almeida, Wellinton, Souza e Alexandre Pato. Os três primeiros foram os autores dos gols da vitória do Goiás sobre a Ponte Preta, que rebaixou a Macaca e salvou o Verdão da segunda divisão, o último nome é do atacante revelação do Internacional que foi o responsável pela humilhação sofrida pelo Palmeiras em pleno Palestra Itália.
O protesto da torcida alviverde com narizes de palhaço mostrou a situação em que vive o clube. O Palmeiras mais parece um picadeiro do que uma equipe de futebol, ver jogadores como Daniel, Marcinho Pancada, Marcinho, Enílton, Márcio Careca vestirem essa gloriosa camisa é realmente uma PALHAÇADA. E o circo não fica apenas dentro de campo, se estende para os diretores que não tem coragem nem mais de aparecer para conceder auto-entrevistas.
Ninguém sabe qual será o futuro do Verdão para a próxima temporada, mais pelo que tudo indica nem se os diretores tirarem um coelho da cartola o Palmeiras voltará a sonhar com títulos em 2007.
Tudo bem que o campeonato é muito desvalorizado e também não é visto com bons olhos pelas equipes que o disputam, mas conquistar uma vaguinha na Copa Sul-Americana, e ainda mais para o Corinthians que fez uma temporada pífia é – lamento dizer isso – como se fosse um título para o time do Parque São Jorge.
O time que amargou por muito tempo na zona de rebaixamento, conseguiu se recuperar e agora está apenas a um ponto de conquistar uma vaga para a Sul-Americana. Com 50 pontos conquistados, o Corinthians precisa apenas de um empate na próxima, e última, rodada do Brasileirão para se classificar.
Agora, espero eu, e principalmente a Fiel Torcida, que quando começar este campeonato, o time não fique com frescura dizendo que não vale nada, porque vale sim. Vale moral, vale tradição.
Por isso é bom que, não só o Corinthians, mas todas as equipes que se classificarem, disputem com vontade e seriedade para trazer mais uma taça para o futebol Pentacampeão.
A fraca temporada está terminando e no Corinthians já começam os murmúrios de bastidores sobre quem deve defender a equipe no ano de 2007.
Como não é novidade para ninguém, o planejamento passa longe do “todo poderoso timão” e a cada ano que passa a diretoria se mostra ainda mais incompetente, sem preparo para gerir um clube como o Corinthians.
As incertezas são muitas. Jogadores em fim de contrato não sabem se ficam. Além disso a parceira aponta uma retirada de seus “galácticos”. E como se não bastasse, a diretoria alvinegra ainda não sabe quem chega para defender o timão, ou seja, planejamento zero.
Enfim, não se sabe quem vai, quem fica e muito menos quem chega.
Especula-se que para o próximo ano a MSI não pretende gastar muito, devido ao prejuízo que já teve.
Portanto, parece que a Fiel torcida terá que se acostumar com uma filosofia já bem conhecida aqui em São Paulo, a filosofia do “bom e barato”.
Mais um ano se passou e novamente o Palmeiras decepcionou. A incompetência dos dirigentes palmeirenses fez com que a torcida alviverde ficasse mais uma temporada sem ter motivos para cantar e vibrar.
Tanto se reclamou do ex-presidente Mustafá Contursi, mas parece que o atual presidente, Afonso Della Mônica, e o diretor de futebol, Salvador Hugo Palaia, não aprenderam ainda o que é futebol. A torcida não agüenta mais ver jogadores como Alceu, Marcinho Pancada, Márcio Careca, Roger Silva e Enílton.
Talvez se os dirigentes alviverdes olhassem para o CT do São Paulo ao invés de assistirem treinos da equipe medíocre formada por eles, veriam que mesmo sendo Campeão Brasileiro, o tricolor já planeja 2007, inclusive apresentando jogadores como o lateral Jadilson. Assim, aprenderiam que planejamento e estrutura podem ser o caminho para que um dia o Palmeiras volte a ser um time campeão.
Simplesmente Fantástico! É o modo com que podemos definir tais jogadores, tais guerreiros, tais torcedores em campo, que vestiram o manto tricolor e o honraram, perante mais de 13 milhões de apaixonados pelo São Paulo Futebol Clube, nesse ano da conquista do tetracampeonato brasileiro.
O ano de 2006 para o Tricolor Paulista poderia ser considerado trágico, comparando-o aos feitos do ano anterior. Porém, o espírito de luta, vontade e determinação, incorporados nesse grupo, contribuiu para reverter essa situação. Mais uma vez, nessa nova Era Tricolor, Rogério Ceni levanta a taça de campeão. Título inédito para quase todos os jogadores do elenco, com exceção de Alex Dias.
A torcida que sofreu calada durante todo o ano, após três vices campeonatos, pôde, no último dia 19 de novembro, soltar o grito entalado na garganta! Novamente, o Brasil se rende às três cores do Morumbi, agora não só 3 vezes campeão da América, não só 3 vezes campeão do mundo, como também, TETRACAMPEÃO BRASILEIRO!
Planejamento e boa estrutura, segredo do sucesso que não tem data pra acabar! E podem aguardar meus amigos, 2007 tem mais, o Tricolor vem com tudo em busca de mais uma estrela!
Agora que o Campeonato Brasileiro está definido, para tristeza dos “secadores de plantão” – como eu -, e o Corinthians já esta salvo de cair para a segundona, a Fiel torcida já está pensando na temporada de 2007. Para não passar a mesma humilhação por qual passou este ano, a diretoria tem que começar o planejamento do alvinegro desde já.
Nessa época de fim de ano são muitas as especulações que surgem em torno de jogadores que chegam e que saem da equipe. Diferente do inicio de 2005, quando o Timão tinha Carlitos Tevez, Roger, Carlos Alberto, Gustavo Nery, dentre os outros medalhões trazidos pela parceira MSI, parece que para a próxima temporada os corintianos terão que se conformar com contratações não tão badaladas, além de ter que engolir a saída de alguns de seus jogadores importantes.
Devido ao prejuízo que tiveram os investidores, o plano para o próximo ano será contratar jogadores baratos, em fim de contrato, e mesclar esses jogadores com a garotada que vem surgindo do terrão. Com isso nomes como o de Lucio (Fortaleza), Sergio (Palmeiras) e Anderson Lima (São Caetano), que são atletas experientes e não custarão caro, ganham grande força no Parque São Jorge.
Portanto, a Fiel que não fique pensando que terá um time forte e cheio de Galácticos no próximo ano, pelo contrário, vejo que aí vem outro ano de sofrimento.
A conquista do Campeonato Brasileiro neste domingo serviu para colocar essa geração do São Paulo definitivamente na história do futebol do país. Poucos times, como o Santos da década de 60, o Flamengo dos anos 80, e o próprio Tricolor do início da década passada, ganharam todas as principais competições que disputaram.
Em 2005 e 2006, o time do Morumbi faturou o Paulista, a Libertadores, o Mundial e, agora, o Brasileirão. Numa escala crescente, conquistou o principal título do estado, do país, do continente e do mundo, não nessa ordem.
Mas se esse time entra para a história sem ter encantado o mundo como os outros já citados, deixa um legado novo para o futebol brasileiro: a importância da eficiência administrativa para o sucesso de um clube. Diferentemente da maioria das outras equipes que ganharam tudo no Brasil, este São Paulo será lembrado, dentre outras coisas, por sua gestão de futebol responsável e inteligente.
Pagando somente o que se pode aos seus atletas, contratando bons jogadores sem pagar nada por eles, repondo com qualidade as peças que deixam o time, a diretoria tricolor é sim uma das principais responsáveis pelo fato de hoje o são-paulino poder dizer: “Ganhamos tudo”.
A qualidade e credibilidade do programa Futebol Debate cresce a cada dia.
Na semana retrasada, dois furos de reportagem: Anunciamos a contratação de Andrade, volante vascaíno, e do lateral-esquerdo, Jadílson, do Goiás, ambas realizadas pelo São Paulo Futebol Clube. Há poucos dias, toda a imprensa passou a falar nisso.
Jadílson já está concretizada. Andrade está apalavrado, mas parece que até já tem um pré-contrato assinado.
O programa também anunciou Dagoberto, que pode já ter fechado contrato ainda hoje no clube do Morumbi, em encontro realizado entre dirigentes paulistas e paranaenses. Em troca, segundo informações dos bastidores, o São Paulo cederia Tiago e Alex Dias, além de uma quantia em dinheiro.
Outro que pode pintar é o atacante Souza, do Goiás. Porém, este é mais difícil, já que a diretoria esmeraldina nem pensa em baixar sua multa rescisória de US$ 2 milhões. O artilheiro do Brasileirão já manifestou sua vontade de jogar ao lado do amigo André Dias, mas disse que provavelmente volte para o exterior.
Já Mineiro...segundo Milton Neves ele já pode ter acertado com o Santos. Será que ele trocaria o Morumbi pela Vila Belmiro? O concreto pelo abstrato? É esperar para ver...
Muitos dos que defenderam a parceria Corinthians/MSI, fizeram-no por motivos justos e nobres. Acreditavam que esse era o único caminho para o Corinthians superar suas dificuldades e tornar-se um grande clube. Estou certo de que a esmagadora maioria do Conselho acreditou, sinceramente, que apoiava uma boa solução, não lhes cabendo assim qualquer censura.
Alguns poucos, no entanto, conhecedores de toda a extensão dos problemas da MSI, fizeram-no por razões menos nobres; alguns visando cargos, outros, por uma “boquinha” aqui e acolá, alguns até para embarcar na onda. Desses que constituem um núcleo pequeno dos que tinham pleno conhecimento dos problemas, e apenas destes, o Clube deve cobrar as responsabilidades de dirigentes.
Não podemos aceitar a falácia de que a parceria teria sido um “mal necessário.” Até porque não foi, poderia ser um "delitto necessario", na versão shakespeariana de que é preciso praticar uma seqüência de crimes para se chegar ao poder e à vitória fatal. Não deu certo com Macbeth* e, repetindo-se o drama, não dá certo com o Corinthians.
(*) Da obra de William Shakespeare, magnificamente vertida para o libreto de Francesco Maria Piave e Andrea Maffei, para a ópera de Giuseppe Verdi: "Um novo crime... é necessário, deve cumprir-se a obra fatal”.
Muitos corintianos, ao ver tão dramática situação, caem no desânimo. Como aceitar a parceria com a MSI como um fato natural do destino? Outros não vêem saída, num futebol em que circulam tantos valores.
É preciso dizer claramente que o clube pode mudar tudo isso, mudança esta que começa com o fim da parceria. Mandar esta gente procurar parceiros em outra freguesia é o primeiro passo para a reconstrução. Manter a parceria, neste estágio de investigação do Ministério Público e da Polícia Federal, bem como das denúncias da Fifa, é aceitar uma posição de conivência, quase promovendo uma defesa deste grupo e de seus negócios que vêm sendo atacados no mundo todo.
Terminar a parceria e, em seguida, separar o Departamento de Futebol do Clube Social, recolocaria o Corinthians em poucos meses em condição de competir, ganhar títulos, seguir seu caminho sem estes predadores do mercado que aportaram via MSI. O Clube terá sua imagem restaurada e, sem a obrigação do Departamento de Futebol transferir expressivos valores para a área social, em pouco tempo teremos um time competitivo e vencedor.
Lembremos que, para extinguir a parceria, o Clube não precisa fazer muito, apenas notificar a MSI, pois até hoje a parceira não cumpriu o contrato, ao deixar de entregar a fiança bancária garantidora da plena execução dos negócios com o Corinthians.
Com o fim da parceria e as medidas para autonomia e profissionalização do futebol, avançaremos para a democratização, eficiência e transparência na gestão do clube.
O Corinthians vive tempos difíceis, na pior crise de seus quase cem anos de existência.
A malsinada parceria com a MSI, que completa agora em dezembro dois anos, além do desastre futebolístico gerou um emporcalhamento da imagem do clube, com um infindável volume de notícias no mundo todo, sujando, denegrindo, aquela que é uma das mais importantes instituições populares brasileiras, o Corinthians.
O período “Corinthians-MSI” produziu um estrago no futebol; interrompeu a profissionalização do departamento de futebol, estabeleceu o caos e a anarquia, criou um mundo de sucessivos escândalos abertos a procuradores, amadorizou a gestão e desqualificou o clube perante seus concorrentes, sua torcida e sua história.
Nesses últimos 24 meses, além da vexatória campanha no Brasileiro, perdemos, pela primeira vez nos últimos 10 anos, dois campeonatos paulistas seguidos; a Copa do Brasil do ano passado, para o Paulista de Jundiaí; fomos eliminados na Libertadores pelo River Plate, que tinha seu pior conjunto nos últimos 20 anos; sofremos duas eliminações simultâneas na Copa Sul-Americana, sendo a deste ano para um desconhecido Lanus. Somente vencemos o Brasileiro do ano passado, literalmente na “bacia das almas”. E ressalte-se que, nestes tempos de derrotas, estabeleceu-se o caos no Departamento de Futebol, que a absurda troca sistemática de técnicos (um a cada três meses) por si só demonstraria a bagunça.
Neste mundo, ou submundo, o Corinthians ganhou uma censura pública de Joseph Blatter, presidente da Fifa, com um ataque direto à MSI, e passou a ter presença constante em páginas policiais, em que os maiores protagonistas são investigadores, delegados, promotores.
Inegável que o Corinthians esteja perdendo mais do que em campo, ao juntar-se com suspeita gente deste tipo, conspurcando o seu nome, prejudicando o presente e comprometendo seu futuro.