E não foi contra o Figueirense. Já contra o Atlético MG, o Botafogo mostrava todos os traços do time limitado que é. Na bola eliminado. No apito, classificado. Enquanto Cuca andou operando os seus milagres pelo campeonato estadual, Simon, operou o Atlético MG, com serrote enferrujado, mãos sujas e sem anestesia. O Botafogo, já ficou o tempo que tinha que ficar na mídia. Creio que já seja hora da Cinderela voltar do baile.
Aos iludidos com os 3x2 em cima do time dos milhões e milhões de sócios (sócios de araque, pois nenhum chega à ser estatutário através do sócio torcedor do Inter ), digo o seguinte: De time que, por tradição, amarela em decisão, não se pode esperar título, volta olímpica, faixa de campeão, taça, pôster e afins. Se acontecer, será em cima de uma Cabofriense da vida.
Vamos ver se na próxima quarta-feira, a arbitragem voltará a operar os seus milagres pelo Maracanã. Caso contrário, com certeza, dá Figueira.
Sul-Americana: Botafogo, Atlético PR, Internacional, Grêmio, Sport, Palmeiras, Cruzeiro
Intermediária: Flamengo, Figueirense, Juventude, Goiás, Atlético MG
Rebaixados: Corinthians, Náutico, América e Paraná
Em tempo: Vasco entra na Libertadores, por um motivo simples: Em sua coluna, Renato Maurício Prado o apontou como um dos rebaixados. E tudo o que ele diz ou escreve, ironicamente, acontece ao contrário. Então, é de Libertadores para cima.
+++++++++++
Série B:
Campeão: Vitória
Na série A 2008: Ipatinga, Coritiba, Paulista
Intermediária: Ponte Preta, Ituano, Santa Cruz, Marília, Brasiliense, Avaí, Criciúma, Gama, Portuguesa, São Caetano, Remo, Fortaleza
Em primeiro lugar, peço que leiam a reportagem que fiz para o site da Revista Placar. Uma apresentação do Campeonato Brasileiro. Pois, certamente, não caberá no blog e terei de dividir o texto em partes. Então, fica mais fácil vocês acessarem:
Peço aqui desculpas e deixo meus agradecimentos aos colunistas assíduos, como Vitor Vital, principalmente, Paulo Góis e Danilo Durski, que daqui para a frente participarão de maneira mais esporádica por pura falta de tempo que encontro para dedicar-me ao blog.
Continuarei escrevendo para vocês. Peço para que as críticas, quão dura sejam, não venham recheadas por ofensas e palavras de baixo calão. Caso contrário, terei de tirar a liberdade dos internautas e tirar o espaço para opiniões.
Podem criticar, espernear, elogiar...mas, palavrão, aqui não!
Se alguns da mídia se utilizam da baixaria para atrair público, que o façam. Porém, aqui não há ninguém dessa faixa podre que ronda o jornalismo.
No mais, espero que continuem curtindo o blog e que curtam o meu trabalho também no site da Revista Placar, onde sou responsável pelas notícias de Palmeiras e Santos.
Agora a parada é bem mais dura e todo jogo é uma decisão. Mas, arriscarei meus palpites.
OBS: A fórmula é igual a da 1ª divisão.
CAMPEÃO:
Coritiba
TAMBÉM SUBIRÃO:
Vitória; Criciúma e São Caetano
MEIO-DE-CAMPO:
Fortaleza; Ipatinga; Brasiliense; Ponte Preta; Paulista; Barueri; Marília; CRB; Avaí; Santa Cruz; Ceará e Portuguesa
REBAIXADOS:
Gama; Remo; Ituano e Santo André
BRASILEIRÃO 2007 – SÉRIE A – PROGNÓSTICO
Parafraseando meu chefe Freiesleben também resolvi dar meu pitaco nesse certame. Ressalvo, apenas, minha inteira isenção, pois meu time de coração ainda está na segundona.
CAMPEÃO:
Santos
LIBERTADORES:
Grêmio; São Paulo; Palmeiras
SUL-AMERICANA:
Internacional; Botafogo; Sport; Atlético/MG; Flamengo; Paraná e Fluminense
CHOVE-NÃO-MOLHA:
Cruzeiro; Atlético/PR; Vasco; Náutico e Corinthians
O Vitória sagrou-se campeão baiano de 2007 no domingo 06/05 com uma rodada de antecedência. Teve a melhor defesa, o melhor ataque e o artilheiro da competição, Índio com 27 gols; segundo maior artilheiro de todos os tempos, atrás apenas de Cláudio Adão, 28.
Ao vencer o Poções fora de casa e ao ver o Bahia empatar na Fonte com o Atlético os torcedores rubro-negros puderam soltar o grito preso na garganta de “É campeão!” mais uma vez. “Ah se não tivéssemos perdido em 2006 pro Colo-Colo, seriamos hexa agora!”, dizem alguns frustrados.
Bahia, Atlético e Poções esperam o início da 3ª divisão em Julho. Enquanto o Vitória iniciou sua volta à 1ª em grande estilo com uma sonora goleada, 5x1, frente ao Avaí de Florianópolis.
Viva o Baianão! O menos deficitário do NE! (será?)
É isso o que veio em minha mente quando vi Magrão se despedir do Corinthians no período da manhã e, horas depois, ver Vampeta retornar ao clube, aos 33 anos, sem jogar bola há muito.
Para um jogador conhecido mais pela festança que promove fora de campo do que dentro dele, é demais para um verdadeiro corintiano.
O Flamengo está com um time, em termos, arrumadinho? Sim, está. Mas não acredito que possa ficar nem entre os dez primeiros colocados do Brasileirão. O time, a meu ver, está no caminho certo, mas ainda peca pela falta de peças de reposição no elenco, além do time titular ter um ego de vaidades acima da média. Times assim geralmente não dão certo. Geralmente...
Pode ser que o Fla cale minha boca, até torço para isso, pois o futebol do Rio de Janeiro não merece ficar tanto tempo sem um representante na briga pelo título. Desde 2000 um time carioca não assusta no Nacional.
Fatos que me levam a crer numa má campanha:
1-Ego de vaidades;
2-Falta de peças de reposição no elenco;
3-Campeão com ajuda do apito, que além de invalidar o gol, expulsou o craque e principal cobrador de pênaltis do adversário;
4-Eliminação para o Defensor, que, ‘garfado’ ou não, como diz nosso amigo Francisco Fernandes, blogueiro assíduo, era o segundo pior time da fase de classificação. Perdeu os dois jogos para o Santos no grupo H;
5-A goleada sofrida para o Palmeiras, um dos fortes candidatos à Libertadores, me deixou ainda mais confiante de que minha opinião não foi tão ruim.
Em primeiro lugar, peço que leiam a reportagem que fiz para o site da Revista Placar. Uma apresentação do Campeonato Brasileiro. Pois, certamente, não caberá no blog e terei de dividir o texto em partes. Então, fica mais fácil vocês acessarem:
Que Muricy é um ótimo treinador, isso é inegável. Há um ano e meio, para quem não se lembra, ele estava no comando do Internacional. Tirou o time praticamente da Série B para levá-lo ao vice-campeonato nacional. Sim, foi Muricy que começou a reestruturação Colorada.
No Sul, o nome dele é incontestável.
Mas e no Sudeste?
O ‘pupilo’ de Telê Santana (talvez esse adjetivo faça mal à carreira dele, pois esperam mais do que pode render) chegou ao Morumbi e, em seus primeiros suspiros levou o Tricolor ao vice-campeonato Paulista. Um resultado bom? Não se sabe. O fato é que o Tricolor perdeu o título após perder pontos em pleno Morumbi para Juventus, Guarani, Noroeste...
Na Libertadores de 2006, tudo ia bem, até a derradeira semana da decisão, onde, Abel Braga levou a melhor. E justamente. Foram dois bons jogos, mas o Inter levantou o caneco. Apesar da campanha excelente, o treinador são-paulino já passou a ser olhado sob olhares de desconfiança, que foram provisoriamente apagados com o título nacional no mesmo ano.
Chega 2007 e a esperança são-paulina por mais um título Sul-Americano.
No Paulistão, campanha excelente. Chegam as semifinais e o São Paulo cai diante do São Caetano, em grande fase. Em pleno Morumbi, 4 x 1 para o Azulão. Vexame histórico. Segundo a torcida, “Libertadores virou obrigação” a partir daquele momento.
Dez dias depois, o São Paulo volta a jogar mal, é dominado pelo Grêmio, mais uma vez em seu estádio, mas se safa graças à uma estréia feliz de Dagoberto.
O mesmo Dagoberto, que uma semana depois, não conseguiu salvar Muricy de mais um fracasso, e ‘a casa caiu’.
Agora, vejo no São Paulo o que não se via há anos. Crise! Sim, e não é das pequenas, já que a diretoria resolveu escalar o time, os jogadores não se entendem mais com Muricy, que cortou alguns do elenco sem dar maiores explicações. Júnior, lateral esquerdo, grande destaque na campanha do Tri, em 2005, saiu do clube por crise pessoal com o técnico.
Agora...se a diretoria quer mandar na escalação do time, é porque não está satisfeita. E, ao meu modo de ver, se a cúpula Tricolor não está de acordo com o trabalho que vem sendo feito por Muricy, é chegada a hora de uma troca de comando. Ou estou errado?
Uma coisa é certa. Gosto do Muricy, mas começo a colocar em dúvida o trabalho dele no clube, já que, em um ano e meio, não conseguiu dar um padrão de jogo, não conseguiu dar personalidade, não conseguiu definir esquema tático e nem sequer os titulares do time, porém, conseguiu o título nacional, que o Tricolor tanto almejava desde 1991.
Nenhum resultado deste início de oitavas-de-final da Copa Libertadores me surpreendeu.
Que o São Paulo venceria o Grêmio no Morumbi estava na cara. Só não se previa tamanha dificuldade. Dificuldade, sim. Mas o goleiro Saja trabalhou em duas ou três oportunidades na partida toda. É muito pouco para um time que quer faturar mais um mundial. O Grêmio pode passar em Porto Alegre.
O Peixe fez a lição fora de casa e só precisa de uma vitória simples na Vila. Missão mais fácil que essa, impossível.
Apostava na vitória do Defensor sobre o Flamengo, mas não com tamanha margem de gols. Agora, o Flamengo praticamente deu adeus. Mas ainda está vivo, embora respire por aparelhos.
O Boca? O que falar desse time. Franco favorito ao título. Em uma semana goleia por 7 x 0, na outra faz 3 x 0 no Vélez...está embalado.
O América e o Cúcuta estão na próxima fase após as goleadas impostas na partida de ida. Seus adversários não têm futebol para reverter o quadro.
Já o Paraná, esse está fora. Pena pelo belo trabalho que vem fazendo. Mas desde 2006 presto atenção no Libertad. É um time encardido. Como dizem por aí, o São Caetano paraguaio. Bela definição.
Já o Nacional, apesar da boa campanha e da vitória na partida de ida por 3 x 2 sobre o Necaxa, certamente não suportará a pressão dos mexicanos fora de casa.
Essa é a visão que tenho do Milan versão 2007. Um time parecidíssimo como o das temporadas passadas, sem nenhuma grande aquisição e, pior, perdeu Schevchenko.
E Kaká continua levando o Milan nas costas, com a ajuda do guerreiro Gatuso e da zaga, veterana, mas de ótimo nível.
Para quem dizia que Kaká era pipoqueiro, esta Champions League está sendo um deleite.
Aos surpresos, meu sincero “sinto muito”. Mas, o pior, nessa brincadeira toda, é que eu cheguei à comparar o Flamengo com o Liverpool, horas antes do jogo dessa quarta-feira, numa roda de amigos de faculdade. Ironicamente, o rubro-negro bateu o alvi-rubro em 81. Mas, a comparação foi em relação ao espírito decisivo. Os dois, com elencos limitados, mas com uma capacidade de crescimento descomunal, quando o assunto é decisão. Nesse aspecto, vejo que me enganei. Quem assistiu Liverpool x Chelsea no último dia 1º, sabe do que estou falando. Porém, avisei à todos aqui, desde a primeira rodada que, no primeiro mata-mata, o Flamengo cairia. Tudo bem, ainda há o jogo de volta, e o impossível não se encaixa nesse caso. Mas o que eu quero mostrar, é que essa primeira fase invicta, de nada serviu para efeito de comparações ou testes, pois o Flamengo, tecnicamente, pegou os adversários mais frágeis. O grande adversário foi a geografia. E a grande prova foi o jogo de quarta-feira. Mas confesso que eu não esperava o baile apresentado pelos uruguaios. Mas, por maior que seja a dificuldade no jogo de volta, acho que dá Flamengo. Mas, a fragilidade que eu gostaria que todos enxergassem, foi exposta, com zoom e tudo mais. Percebe-se que a vida na competição é curta. E que a prioridade deveria ser o campeonato estadual.
Mais triste do que o olé no Uruguai, é a postura, passiva e idiota do treinador da Gávea. Ney Franco mais parece uma mãe do que um técnico. Não sei se é porque eu prefiro o estilo ditador, de Leão, Luxemburgo e Felipão. Mas, entre domingo e quarta, duas cenas me chamaram a atenção: Intervalo de Flamengo 0x2 Botafogo. Um verdadeiro carnaval alvi-negro. Claiton, até então peça nula em campo, ameaça Ney Franco com os dizeres: “ Se você quer contar comigo pelo resto da termporada, não me tira de campo”. Típico de quem reconhece que está só atrapalhando, mas se deixa levar pela alta vaidade. E a outra cena, foi no último treino em Montevidéu, quando Juninho aborda Ney Franco e, pede, encarecidamente, que o escale. E Ney Franco, além de não ter tirado Claiton no domingo, escala Juninho em Montevidéu. É dose pra elefante enfurecido em período de gestação.
Resta agora, vencer o Botafogo no Domingo, jogo esse que poderá se tornar o estopim para uma verdadeira explosão de futebol na Libertadores e, tomar o Maracanã com sua capacidade máxima, no jogo de volta contra os uruguaios. Tudo bem que o Maracanã não assusta mais ninguém, ao contrário dos alçapões. Mas nessas horas, todo esforço é mínimo, perto do que o Flamengo esta para perder e, do jeito que poderá perder. De qualquer forma, fico na torcida.
A brincadeira e gozação, facilmente percebida, na NOTÍCIA PASSADA pelos apaixonados flamenguistas repórteres do Lance!, sobre o fato de Henry e Vasco serem sempre (?) vice, mostra, além de uma fraqueza e parcialidade tamanha, falta de informação.
Não julguemos, antes de tirar corretas conclusões. Mas, vejam:
1995 Vice-campeão do Torneio Rio-São Paulo Jogo decisivo: 2x2 Santos, no Maracanã
Vice-campeão da Supercopa Jogo decisivo: 1x0 Independiente, no Maracanã
1997 Vice-campeão da Copa do Brasil Jogo decisivo: 2x2 Grêmio, no Maracanã
2001 Vice-campeão da Copa Mercosul Jogo decisivo: 1x1 San Lorenzo, na Argentina
2003 Vice-campeão da Copa do Brasil Jogo decisivo: 1x3 Cruzeiro, no Mineirão
2004 Vice-campeão da Copa do Brasil Jogo decisivo: 0x2 Santo André, no Maracanã
Pois é, o histórico não é do “vice de novo da Gama”. É do autor da piada. Ironias...
Em tempo 1: Enquanto o Fluminense foi 30 vezes campeão carioca, o clube da Gávea coleciona 30 vices. Aliás, é o recorde da modalidade. E pode pintar o 31º, apesar de eu achar difícil.
“ O Botafogo hoje vive duas situações distintas: no campo, o time que vem obtendo bons resultados. Fora dele, vive a expectativa da prisão de seu presidente por sonegação fiscal, além de não ter explicado o motivo pelo qual o Botafogo usa 2 CNPJ’s. A opinião da mesa, por favor.”
Vitor Vital, torcedor do Olaria Atlético Clube
Jorge Nunes, bom comentarista da rádio, comenta:
“ Rapaz, olha só, eu não entendo muito desse assunto, isso é assunto para o jurídico, né, mas a gente especula. Outro dia eu estava até falando sobre isso: Hoje, você, por exemplo, você é um ex-jogador ou um ex-treinador de um clube. Aí você vai pra justiça, e tem uma verbinha que você tira lá da, não sei se é da renda, não sei daonde é, mas você separa pra pagar essas causas. Então, por exemplo, eu tenho um amigo lá, que ganhou uma causa do Botafogo. Ganhou oitocentos paus. A última parcela que ele recebeu foi em setembro do ano passado. Quarenta e duas pratas. Hoje, eles pagam parcelado. Antigamente se não pagava, era penhorada a renda do jogo, você ia lá e pegava, hoje não, o governo deu uma colher de chá, então nego (Bebeto de Freitas) empurra! Eu acho que é isso que está acontecendo. É um percentual, mas tá difícil pra receber. O Flamengo, paga direitinho, o Vasco paga direitinho, o Fluminense paga direitinho. O Botafogo eu não sei, pelo menos ao meu amigo, não está pagando “.